Durante a noite do dia (11), Rio Branco apresentou uma chuva que perdurou por toda a madrugada e estende-se durante o dia causando vários transtornos e alagamentos em pontos de trânsito intenso. Na rua Isaura parente altura do Deck carros já não conseguiam passar pelo semáforo tendo que dar a volta pela rua alvorada onde também estava alagada próximo ao trevo da igreja santa Inês.
“Em janeiro de 2026, o Acre enfrenta um cenário climático característico de seu período mais chuvoso, com o monitoramento intensificado devido à influência do fenômeno La Niña. Historicamente, este é um dos meses com maior volume de precipitação, e as previsões para 2026 indicam acumulados que podem superar a média histórica em até 50 mm em certas regiões do estado.”
Dinâmica das Chuvas e Alertas
As “ondas de chuvas” atuais são impulsionadas pela combinação de calor intenso e alta umidade vinda do Oceano Atlântico, resultando em precipitações frequentes e, por vezes, tempestades severas.
- Janeiro de 2026: O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta que os maiores volumes estão concentrados nas regiões Norte e Sul do estado.
- Eventos Recentes: No dia 10 de janeiro, chuvas fortes causaram pontos de alagamento em Rio Branco, reforçando a necessidade de prontidão das equipes de assistência.

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Monitoramento dos Rios
A situação do Rio Acre em Rio Branco é acompanhada diariamente pela Defesa Civil Municipal. Embora o estado tenha vindo de um dezembro atipicamente chuvoso e com enchentes que desabrigaram centenas de pessoas no final de 2025, o nível do manancial em janeiro de 2026 tem apresentado oscilações:

Nível Atual (12/01/2026): O rio alcançou a marca de 11,44 metros após o registro de 32,60 mm de chuva em 24 horas.
Margem de Segurança: O manancial permanece abaixo da cota de alerta (13,50 m) e da cota de transbordo (14,00 m). No entanto, o Cemaden mantém o alerta de risco hidrológico moderado devido à possibilidade de enxurradas urbanas e novos aumentos rápidos no nível das águas.
Perspectivas Climáticas
A persistência da La Niña, embora em fase de enfraquecimento gradual previsto para o primeiro trimestre, eleva o risco de cheias consecutivas. O governo estadual mantém o monitoramento constante por meio de boletins da Defesa Civil do Acre, orientando a população em áreas de risco sobre a possibilidade de novos picos de inundação até o fim do mês.













